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Grávida de 9 meses perde o bebê e família alega negligência médica em hospital de Rondônia



Uma jovem de 18 anos, grávida de 36 semanas, que estava internada desde o início da semana, no Hospital Regional de Vilhena, descobriu na manhã desta quinta-feira (11) que sua filha estaria morta em sua barriga desde ontem.

De acordo com padrasto da jovem, a enteada está internada desde o início da semana e que ela daria à luz através de uma cesariana marcada para hoje.

Revoltado e sem entender o que causou a morte da sua neta, que se chamaria Helena, o padrasto da garota, que é pastor evangélico Geziel Ferreira da Silva, disse que vai registrar uma ocorrência, na Polícia Civil para que seja apurado a causa da morte da bebê.

De acordo o pastor, nos últimos dias a sua enteada teria feitos exames frequentes, que atestaram que a bebê estava bem e que ontem, até o período da tarde, a bebê tinha batimentos cardíacos normais, segundo os profissionais de saúde que atendiam a gestante e que logo mais a noite, após um dos profissionais do HR não escutar mais o coraçãozinho da criança, um exame de ultrassom foi feito e constatou o óbito.

Ainda segundo o padrasto, a enteada está abalada psicologicamente pela perda da sua filha e que esta não é a primeira vez que a jovem perde um filho, pois há dois anos, a a garota estava grávida de um menino, que se chamaria Nícolas, ela viu o bebê também morrer em sua barriga. Pelo atraso no parto, o garoto teria morrido em decorrência do cordão umbilical enrolado em seu pescoço.

O padrasto da criança acredita que houve negligência nos dois casos, já que a mãe fez o pré-natal dos dois bebês como os próprios médicos indicaram, afirmando ainda que vai lutar na justiça para provar isso, fazendo com que os responsáveis paguem pelos erros.

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